Monumento comemorativo ao 4º centenário da fundação da primeira vila brasileira, em 1532, por Martim Afonso, chefe da expedição enviada em 1530 para o Brasil, com a missão de combater os corsários estrangeiros, explorando o território até o rio da Prata e iniciar o povoamento da colônia. Outro testemunho desta vez contemporâneo, desse início de colonização portuguesa pertence à vizinha Bertioga: trata-se dos alicerces do Forte de São Tiago (chamado de São João a partir de 1710) fincados em 1547 como substitutos das frágeis paliçadas erguidas por Martim Afonso de Souza para assegurar a defesa dos novos habitantes.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Comida Titãs
Bebida é água
Comida é pasto
você tem sede de que?
Você tem fome de que?
A gente não quer só comida ,
A gente quer comida, diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída para qualquer parte
A gente não quer só comida
A gente quer bebida, diversão, balé.
A gente não quer só comida,
A gente quer a vida como a vida quer.
Bebida é água
Comida é pasto
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?
A gente não quer só comer
A gente quer comer e quer fazer amor
A gente não quer só comer
A gente quer prazer para aliviar a dor
A gente não quer só dinheiro
A gente quer dinheiro e felicidade
A gente não quer só dinheiro
A gente quer inteiro e pela metade
Comida é pasto
você tem sede de que?
Você tem fome de que?
A gente não quer só comida ,
A gente quer comida, diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída para qualquer parte
A gente não quer só comida
A gente quer bebida, diversão, balé.
A gente não quer só comida,
A gente quer a vida como a vida quer.
Bebida é água
Comida é pasto
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?
A gente não quer só comer
A gente quer comer e quer fazer amor
A gente não quer só comer
A gente quer prazer para aliviar a dor
A gente não quer só dinheiro
A gente quer dinheiro e felicidade
A gente não quer só dinheiro
A gente quer inteiro e pela metade
O mundo dos orixás
Há muitas explicações sobre o culto aos orixás no candomblé, que é a religião africana. Cada orixá domina um elemento da natureza (água, terra, ar, e fogo), tem uma cor e gosta de determinados alimentos. Essas forças em equilíbrio produzem uma grande energia, o Axé, que auxilia as pessoas no trabalho, saúde, amor, relações familiares e sociais.
Orixás mais conhecidos
Exu: Orixá mensageiro entre os homens e os deuses, guardião da porta da rua e das encruzilhadas. Só através dele é possível invocar os orixás.
Ogum: Orixá da guerra. Nos momentos difíceis triunfa, não abandona o combate nem perde a esperança de vencer.
Oxossí: É o grande patrono do Candomblé brasileiro. Orixá da caça, fartura, das pessoas espertas, rápidas, que estão sempre alerta.
Ossayn: Orixá das plantas medicinais. nenhuma cerimônia pode ser realizada sem sua presença, pois detém o poder do Axé. Rico em sabedoria no cultivo de plantas.
Obaluaê Omolu: Dono da terra e filho do senhor, médico dos pobres.
Oxum are: Orixá do arco-íris, da riqueza, das pessoas perseverantes em seus empreendimentos e que não medem sacrifícios para atingir seus objetivos.
Xangô: Orixá do trovão, da justiça, das pessoas que possuem elevado sentido de dignidade e obrigações.
Oya Yansã: Orixás das tempestades, dos ventos, audaciosa e poderosa, luta e defende os filhos.
Oxum: Orixá do ouro, das pessoas que gostam de luxo, da satisfação.
Iemanjá: Deusa do mar, forte, protetora, mãe que ouve e atende os pedidos de seus filhos. Com sua pureza e sabedoria, predomina nos lares, para que haja a paz espiritual, ameniza as dores e sofrimento das mulheres na hora do parto.
Orixás mais conhecidos
Exu: Orixá mensageiro entre os homens e os deuses, guardião da porta da rua e das encruzilhadas. Só através dele é possível invocar os orixás.
Ogum: Orixá da guerra. Nos momentos difíceis triunfa, não abandona o combate nem perde a esperança de vencer.
Oxossí: É o grande patrono do Candomblé brasileiro. Orixá da caça, fartura, das pessoas espertas, rápidas, que estão sempre alerta.
Ossayn: Orixá das plantas medicinais. nenhuma cerimônia pode ser realizada sem sua presença, pois detém o poder do Axé. Rico em sabedoria no cultivo de plantas.
Obaluaê Omolu: Dono da terra e filho do senhor, médico dos pobres.
Oxum are: Orixá do arco-íris, da riqueza, das pessoas perseverantes em seus empreendimentos e que não medem sacrifícios para atingir seus objetivos.
Xangô: Orixá do trovão, da justiça, das pessoas que possuem elevado sentido de dignidade e obrigações.
Oya Yansã: Orixás das tempestades, dos ventos, audaciosa e poderosa, luta e defende os filhos.
Oxum: Orixá do ouro, das pessoas que gostam de luxo, da satisfação.
Iemanjá: Deusa do mar, forte, protetora, mãe que ouve e atende os pedidos de seus filhos. Com sua pureza e sabedoria, predomina nos lares, para que haja a paz espiritual, ameniza as dores e sofrimento das mulheres na hora do parto.
O drama de um apaixonado
Quando a conheci tinha 16 anos, ela ou eu, não sei...
Fomos apresentados numa festa por um carinha que dizia ser meu "amigo". Foi amor a primeira vista. Ela me enlouquecia. Nosso amor chegou a um ponto que já não conseguia viver sem ela. Mas era um amor proibido. Meus pais não acreditaram, fui repreendido na escola, passamos a nós encontrar escondidos, até que não deu mais. Fiquei louco. Eu não podia permitir que me afastassem dela. Eu a amava, bati com o carro, quebrei tudo dentro de casa e quase matei minha irmã.
Estava louco precisava dela. Hoje tenho 39 anos estou internado num hospital, sou inútil e vou morrer abandonado pelos meus pais, amigos e por ela.
Seu nome: Cocaína
Meu amor, minha vida, minha destruição devo tudo a ela inclusive minha morte.
(desconhecido)
Fomos apresentados numa festa por um carinha que dizia ser meu "amigo". Foi amor a primeira vista. Ela me enlouquecia. Nosso amor chegou a um ponto que já não conseguia viver sem ela. Mas era um amor proibido. Meus pais não acreditaram, fui repreendido na escola, passamos a nós encontrar escondidos, até que não deu mais. Fiquei louco. Eu não podia permitir que me afastassem dela. Eu a amava, bati com o carro, quebrei tudo dentro de casa e quase matei minha irmã.
Estava louco precisava dela. Hoje tenho 39 anos estou internado num hospital, sou inútil e vou morrer abandonado pelos meus pais, amigos e por ela.
Seu nome: Cocaína
Meu amor, minha vida, minha destruição devo tudo a ela inclusive minha morte.
(desconhecido)
sábado, 9 de fevereiro de 2013
A origem da escola
No inicio as escolas apareceram para satisfazer os anseios e os interesses da aristocracia. Não é sem razão que a palavra escola significa lazer. O vocabulário escola vem do grego skole, que quer dizer ócio, isto é, tempo livre das ocupações; do latim, o termo ficou skola. Originalmente, a escola era o lugar onde as pessoas de posse davam-se ao luxo de fazer exercícios intelectuais, sem usar a outros resultados que o enriquecimento mental, para mais fácil separação das pessoas com posição social mais baixa. Por puro prazer.
A escola tendeu, então, para uma educação sistemática. A diferenciação econômica, a divisão do trabalho e o comércio entre grupos e povos criaram certos instrumentos culturais necessários para a sustentação de todos. O comércio e a produção exigiram a criação da escrita, da numeração, do calculo. A divisão das terras do Nilo exigiu a geometria. A navegação requereu melhores conhecimentos de Astronomia. Aqueles elementos da classe dirigente que se dedicavam ao serviço do culto e das práticas religiosas organizaram os primeiros cursos intencionais para transmitir essas novas técnicas culturais. Estava fundada assim, a escola. Seus fundadores: os sacerdotes.
Não é sem razão que a primeira escrita da história - a egípcia - se chamou hieróglifos, do grupo Hiero (sagrado) e glifos (escritos). Esses primeiros sábios sagrados ensinaram a escrita, as leis, a religião a Astronomia, a Astrologia etc. Daí surgiram os primeiros letrados: os escribas, o princípio, as escolas.
As relações sociais capitalistas exigiram mão-de-obra diversificada e a nova pratica pedagógica deveria considerar as necessidades individuais. Então as velhas concepções de fundo religioso e moral são superadas pela concepção de individualidade e desenvolvimento humano... Quando estes acontecimentos transformadores estavam em curso surgiu uma proposta de reformar a escola e o ensino, priorizando a arte de ensinar.
Na antiguidade a função da didática era desenvolver no homem a questão moral da formação de caráter e ética e o desenvolvimento físico intelectual e artístico.
Já no século XVII para Comênico o escopo da didática era investigar, descobrir o método segundo o qual os professores ensinem menos e os alunos aprendam mais, ao produzir o conhecimento o conhecimento, faze-lo de acordo com a maneira que ele percebe a relação entre a prática especifica e a social. Essa nova didática, como síntese de determinada forma de organizar a prática pedagógica, voltou cada vez mais, seu objetivo de estudo para aspectos técnicos, para meios de ensino.
A escola tendeu, então, para uma educação sistemática. A diferenciação econômica, a divisão do trabalho e o comércio entre grupos e povos criaram certos instrumentos culturais necessários para a sustentação de todos. O comércio e a produção exigiram a criação da escrita, da numeração, do calculo. A divisão das terras do Nilo exigiu a geometria. A navegação requereu melhores conhecimentos de Astronomia. Aqueles elementos da classe dirigente que se dedicavam ao serviço do culto e das práticas religiosas organizaram os primeiros cursos intencionais para transmitir essas novas técnicas culturais. Estava fundada assim, a escola. Seus fundadores: os sacerdotes.
Não é sem razão que a primeira escrita da história - a egípcia - se chamou hieróglifos, do grupo Hiero (sagrado) e glifos (escritos). Esses primeiros sábios sagrados ensinaram a escrita, as leis, a religião a Astronomia, a Astrologia etc. Daí surgiram os primeiros letrados: os escribas, o princípio, as escolas.
As relações sociais capitalistas exigiram mão-de-obra diversificada e a nova pratica pedagógica deveria considerar as necessidades individuais. Então as velhas concepções de fundo religioso e moral são superadas pela concepção de individualidade e desenvolvimento humano... Quando estes acontecimentos transformadores estavam em curso surgiu uma proposta de reformar a escola e o ensino, priorizando a arte de ensinar.
Na antiguidade a função da didática era desenvolver no homem a questão moral da formação de caráter e ética e o desenvolvimento físico intelectual e artístico.
Já no século XVII para Comênico o escopo da didática era investigar, descobrir o método segundo o qual os professores ensinem menos e os alunos aprendam mais, ao produzir o conhecimento o conhecimento, faze-lo de acordo com a maneira que ele percebe a relação entre a prática especifica e a social. Essa nova didática, como síntese de determinada forma de organizar a prática pedagógica, voltou cada vez mais, seu objetivo de estudo para aspectos técnicos, para meios de ensino.
Os indivíduos e a sociedade
- Quando alguém nasce, encontra uma sociedade formada. Durante a vida, essa pessoa participa de inúmeras instituições sociais e entra em várias relações sociais. Essas situações sociais implicam comportamentos padronizados. Por exemplo, na instituição casamento, cada sociedade mantem comportamentos padronizados tanto para os maridos como as esposas. A ideia que temos do que é ser um bom marido ou uma boa esposa corresponde a comportamentos que se aproximam dos padrões ideais estipulados pela sociedade.
- Os indivíduos são compelidos a agir segundo os padrões estabelecidos. Caso o comportamento se desvie desses padrões, a sociedade tenderá a usar alguns mecanismos para reprimir o desvio. Assim, por exemplo, na instituição casamento, o cônjuge que apresentar comportamentos desviantes será criticado por seu par, pela família ou pelos amigos do casal. Há sociedades em que a violência física ou a condenação penal são fatos possíveis para reprimir o cônjuge que praticar uma ação que fira gravemente os padrões socialmente impostos. Assim, a sociedade controla a nossa forma de agir.
- Além do poder das normas sociais, devemos registrar também a força de alguns determinantes sociais. Por exemplo, na imensa maioria das sociedades, antigas ou contemporâneas, a posição social de uma pessoa ao nascer exerce grande influência sobre seu futuro. Uma pessoa, por exemplo, que nasce numa família rica terá mais condições de realizar seus projetos pessoais do que outra nascida numa família pobre. Existiram sociedades onde o grupo de nascimento de uma criança determinava até a ocupação que teria no futuro.
A formação da burguesia.
Com o desenvolvimento de novas técnicas e equipamentos mais eficientes, camponeses deslocam-se para os burgos e passaram a desenvolver atividades artesanais. Os habitantes das cidades foram reconhecidos como burgueses, ou seja habitantes dos burgos. Com isso, na Baixa Idade Média, surgia, aos poucos, uma nova camada social, os burgueses.
Uma das primeiras mudanças decorrentes das atividades comerciais foi a luta pela emancipação e autonomia das cidades. Geralmente os burgos estavam localizados dentro do domínio territorial dos senhores feudais. Por essa razão, estavam submetidas ao pagamento de impostos e toda espécie de tributos, multas e condenações, tendo em vista que o senhor feudal também possuía o direito de administrar a justiça local. As pressões e os conflitos entre os comerciantes (burgueses) e a nobreza feudal eram frequentes. Em razão disso, muitas cidades se organizavam e compravam o terreno onde estavam localizadas, tornando-se livres de impostos e podendo estabelecer sua própria organização, além de formar suas próprias forças militares e arrecadar impostos em benefício próprio junto aos habitantes. Os burgos que conquistaram sua liberdade receberam diferentes denominações, em razão de seus respectivos países: república, na Itália; comunas ou municipalidades, na França; conselhos na Península Ibérica; e cidades livres ou cidades livres imperiais, na Alemanha.
Uma das primeiras mudanças decorrentes das atividades comerciais foi a luta pela emancipação e autonomia das cidades. Geralmente os burgos estavam localizados dentro do domínio territorial dos senhores feudais. Por essa razão, estavam submetidas ao pagamento de impostos e toda espécie de tributos, multas e condenações, tendo em vista que o senhor feudal também possuía o direito de administrar a justiça local. As pressões e os conflitos entre os comerciantes (burgueses) e a nobreza feudal eram frequentes. Em razão disso, muitas cidades se organizavam e compravam o terreno onde estavam localizadas, tornando-se livres de impostos e podendo estabelecer sua própria organização, além de formar suas próprias forças militares e arrecadar impostos em benefício próprio junto aos habitantes. Os burgos que conquistaram sua liberdade receberam diferentes denominações, em razão de seus respectivos países: república, na Itália; comunas ou municipalidades, na França; conselhos na Península Ibérica; e cidades livres ou cidades livres imperiais, na Alemanha.
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