quarta-feira, 9 de maio de 2012

O bullying está no cotidiano da escola. Combata-o agora.

Humilhação, perseguição, discriminação, ameaça e agressão. Essas práticas condenáveis são chamadas de bullying, um mal que se instalou há tempos na sala de aula e é visto por muitos com certa naturalidade.
O termo bullying tem origem na palavra bully, que significa valentão, brigão. Como verbo, quer dizer ameaçar, amedrontar, tiranizar, oprimir, intimidar, maltratar. O primeiro a relacionar a palavra ao fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega. Ao pesquisar as tendências suicidas entre os adolescentes, Olweus descobriu que a maioria desses jovens tinha sofrido algum tipo de ameaça e que, portanto, bullying era um mal a combater. Ainda não existe termo equivalente em português, mas alguns psicólogos e estudiosos do assunto o denominam "violência moral", vitimização" ou maus tratos entre pares," uma vez que se trata de um fenômeno de grupo em que agressão acontece entre iguais - caso, estudantes.
Como é um assunto examinado criteriosamente há pouco tempo, cada país ainda precisa encontrar um vocábulo ou uma expressão, em sua própria língua, que tenha esse significado tão amplo.

terça-feira, 8 de maio de 2012

A chegada ao novo mundo.


Durante a Idade Média os europeus viviam um momento de grande crise: A fome e a peste eram problemas constantes. No início do século XV, um acontecimento teve especial importância para a história do nosso país.
Os reinos de Portugal e Espanha, juntamente com os ricos comerciantes, iniciaram a chamada era das Grandes Navegações, aventurando-se pelo desconhecido oceano Atlântico em busca de especiarias, ouro, prata, porcelanas, etc. Mas como vieram para aqui?

Ser livre.



Um povo livre vive num país livre
na cidade livre, na rua livre
na casa livre
Colônia e escravidão
caminham na mesma direção
Quem declara independência
e não declara abolição
vai ver não é livre nada
apenas mudou de patrão
A liberdade da Nação
é a soma das liberdades
de cada cidadão.





Milton Nascimento e Fernando Brant em: Brasil Vivo: uma nova história da nossa gente.


Os caminhos do ouro.


Os caminhos do ouro.

Os bandeirante se aproveitaram das trilhas abertas pelos indígenas para ir atrás de metais preciosos. A medida que a colônia se desenvolvia, essas picadas foram se transformando em caminhos, depois em estradas, e finalmente, em rodovias!
Uma antiga trilha aberta pelos índios goianas já foi o melhor caminho entre o Rio de Janeiro e São Paulo. A partir do fim do século XVII, com a descoberta do ouro na região das minas, essa estrada ganhou enorme importância. Tornou-se o caminho oficio para o escoamento do ouro das minas, que era embarcado em Parati, seguia para o Rio de Janeiro e dali para Portugal.



Ouro Preto antiga Vila Rica.

Ouro Preto, patrimônio cultural da humanidade.

Localizada no estado de Minas Gerais, a região de Ouro Preto, antiga Vila Rica, começou a ser visitada pelos bandeirantes em 1694. O nome atual da cidade originou-se das pequenas pedras pretas encontradas num riacho que cortava a região. Era ouro coberto de ferro. Com as diferentes expedições que para lá se dirigiam, a pequena vila de tornou-se um importante centro cultural e político do Brasil colonial.
O conjunto de edificações existente em Ouro Preto pode ser considerado uma fonte histórica, pois revela hábitos vindos de outros tempos. As igrejas das cidade guardam ainda hoje obras de arte do século do ouro.
A maior parte do ouro extraído das terras brasileiras foi levada para Portugal. De lá o ouro era transferido para a Inglaterra, como pagamento das mercadorias que ingleses vendiam a Portugal e a suas colônias.
No Brasil, a riqueza das minas perdurou em construções, igrejas, esculturas, pinturas e outras obras de arte.
Museu da inconfidência
O Museu da Inconfidência está instalado no antigo edifício da Câmara e Cadeia de Vila Rica. Doado ao governo federal em 2-12-1938, foi criado pelo Decreto-lei nº 965, de 20 de dezembro do mesmo ano, com a finalidade de "colecionar" as coisas de várias naturezas, relacionadas com os fatos históricos da Inconfidência Mineira e com seus protagonistas e bem assim as obras de arte ou de valor histórico, que se constituem documentos expressivos da formação de Minas Gerais.
Aos 21 de abril de 1942, por ocasião do sesquicentenário da sentença lavrada contra os Inconfidentes, inaugurou-se o Mausoléu, que se vê no pavimento térreo e que guarda os restos dos primeiros mártires a sonhar com a liberdade da Pátria. A 11 de agosto de 1944, foi oficialmente instalado o Museu da Inconfidência.
O acervo original foi constituído por doações, especialmente de arte religiosa, feitas por Dom Helvécio Gomes de Oliveira Arcebispo de Mariana e pela compra da coleção que permaneceu ao antigo Instituto Histórico de Ouro Preto. Posteriormente, novas aquisições e doações o enriqueceram.
As coleções do museu se dispõem em dois grupos: no pavimento térreo, encontram-se peças originais e manuscritos relacionados com a inconfidência ou referentes ao desenvolvimento cultural de Minas Gerais, no seu aspecto tanto material quanto intelectual; no andar superior, se expõe o riquíssimo acervo composto de peças religiosas e mobiliário brasileiro de fins do século XVIII e princípios do século XIX.


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Violência do trabalho'




"Violência social"

A violência social vem sendo praticada no mundo inteiro, em todas as classes da sociedade.
É uma luta pelo poder e pela sobrevivencia. Uns matam e roubam para sobreviver, conseguir um pedaço de pão e ter com que se alimentarem, outros praticam a violência apenas com o objetivo de enriquecerem ainda mais e dominar a classe mais fraca.
Há rivalidades até entre famílias, filhos matando pais para tomar o que lhes pertence, irmãos brigando entre si.
Brigas de por posses de terras, causando guerras entre países como ocorreu há pouco tempo e continua acontecendo.
Por qualquer motivo se prática a violência, uma simples discussão ciúmes, um lugar em fila de ônibus, etc. Ninguém respeita o próximo, qualquer coisa, por menor que seja, serve de motivo para acabar em violência e basta andarmos uns minutos pelas ruas, para encontrarmos vários exemplos.
Assim, como há os que praticam a violência pelo poder e pela sobrevivência, há também muitos qe a praticam por prazer, por querer mostrar que pode mais que o outro.